quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Mobilização pelo diploma, no Gonzaga

Dia 29 de novembro às 16 horas, na barraca de praia do grêmio A Tribuna (entre o Moby e a Conselheiro Nébias, nos uniremos para fazer uma manifestação em prol da exigência do diploma e da regulamentação da profissão de jornalista.

Por que esse encontro?

- 74% da população apóia a obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista.

- Na Colômbia, com a desregulamentação do profissional de jornalismo, os jornalistas têm que escrever e vender anúncios se quiserem ver a cor do dinheiro.

-Os sindicatos estão na luta pela regulamentação da profissão, pois sabe-se que muitos profissionais trabalham de forma irregular.

-A regulamentação profissional conquistada em 1969 e a criação de um Código de Ética não estão sendo suficientes para a normatização da profissão.

-A categoria dos jornalistas quer o direito - concedido a outras inúmeras categorias - de auto-regulamentar (e fiscalizar) sua profissão.

-Está em tramitação um projeto de lei do deputado Beto Mansur (PR/SP) que quer transformar funções de jornalista em de radialista.

-A decisão sobre a obrigatoriedade o diploma de jornalista está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, e prestes a ser julgada.

-A população merece informação de qualidade e é obrigação do jornalista oferecê-la.

- Em todo o país profissionais estão se manifestando e se organizando em conjunto com os sindicatos e as entidades apoiadoras.

E você? Vai ficar de braços cruzados esperando que decidam o futuro da sua profissão?

FAÇA PARTE DESTA MOBILIZAÇÃO!!

Após o ato haverá música ao vivo.

É importante a presença de todos os profissionais e estudantes de jornalismo, pois a causa é nossa.

Camisetas do movimento "Jornalista por formação" podem ser adquiridas no Sindicato dos Jornalistas, pelo telefone (13) 3219-2546.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Onde estão as jornalistas?

Jornalistas se reuniram na Câmara Municipal na última sexta-feira, para o ato em defesa da exigência do diploma para o exercício profissional e em comemoração aos 66 anos de existência do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo.

Infelizmente, como acontece na maioria das vezes em que ocorre um ato, seja uma solenidade, encontro ou reunião, as jornalistas não são convidadas a falar ou a fazer parte da mesa, ou, quando o são, não se manifestam. Lamentável para uma profissão cujos cargos são ocupados por mais de 50% de mulheres.

Fui a única jornalista a se pronunciar no ato público em defesa do diploma, e na oportunidade, cheguei a lamentar a falta de iniciativa das minhas colegas.

Abaixo, o que falei:


"Não ministrarei uma aula e tampouco proferirei um discurso. Minhas palavras serão breves. Mas, apesar disso, elas não nimimizam a importância deste ato e a relevância do mesmo para a Unimonte, a qual represento nesta noite.

São muitas as lutas trabalhistas do Sindicato dos Jornalistas, mas meus colegas jornalistas sindicalistas conhecem e podem contar essas histórias melhor do que eu.

Sou jornalista e professora universitária. E é nessa condição, de educadora, que destaco o Sindicato dos Jornalistas como um importante braço das escolas de jornalismo, na luta pela educação.

São vários os programas e as ações do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo junto à FENAJ e seus 31 sindicatos, voltados à valorização e qualificação da formação e do próprio Jornalismo.


Muitos professores de Jornalismo atuam fortalecendo lutas da categorias, se reunindo em encontros estaduais ou regionais. Aqui mesmo, em Santos, representantes das escolas de jornalismo têm-se reunido no sindicato, para intensificar a participação na Campanha Nacional em Defesa da Formação e da obrigatoriedade do Diploma.

Essa é nossa luta atual, é no que acreditamos. E não por uma simples questão corporativista, como muitos alegam.

Defedemos a diploma para o exercício do jornalismo porque, até o momento, nada nos convenceu de que um jovem, ao concluir um curso de jornalismo, sabe menos que alguém que não estudou jornalismo.

O ensino do jornalismo tem falhas, sabemos e lutamos para solucioná-las.

Mas, é imposível que diante de disciplinas teóricas como Sociologia da Comunicação, Psicologia da Comunicação, Filosofia, Ética, Análise Crítica das Mídias, Comunicação Comparada e tantas outras, além das específicas, um graduado em jornalismo esteja menos preparado para o exercício da profissãoque alguém que não estudou jornalismo.

Em um país como o nosso, tão necessitado de Educação, não acreditar nisso é, no mínimo, querer nivelar por baixo uma atividade fundamental para a sociedade.

Parabéns Sindicato dos Jornalistas, por essa e por todas as lutas da categoria".

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Na Câmara, pelo diploma

Sessão Solene em comemoração aos 66 anos de fundação do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo acontece hoje, a partir das 19h00, no Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara Municipal de Santos, à Rua XV de Novembro, 103/109.

Estudantes, professores e representantes das escolas de Jornalismo da Cidade prestigiarão o ato, que tem ainda como finalidade, a luta pela defesa da exigência do diploma de nível superior para o exercício da profissão.

Todos lá!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Semana de Comunicação continua

Hoje, o tema da Semana de Comunicação da Unimonte/Jornalismo será Comunicação Eficaz – Marketing Pessoal e Networking, com Reginah Araújo, diretora da empresa Novos Rumos Treinamentos e Consultorias, em Santos.

Local: Sala 22 Bloco A
Horário: 19h00

Jornalismo Digital em Tempos de Web 2.0 foi o assunto de ontem, com os convidados Cássio Politi (diretor da Escola de Comunicação do Comunique-se), Alessandra Spinelli (jornalista e gerente da equipe de Comunicação da E-Midia, dos sites Cyber Cook, Cyber Diet e Vila Mulher), Márcio Caixeta (diretor de Novos Negócios de A Tribuna Digital) e Maria Estela Galvão (jornalista e coordenadora de A Tribuna Digital).

Cada um levou sua contribuição aos participantes, mostrando que jornalismo e web não convivem mais separados e que o futuro está aberto a esse suporte para a informação.

Dúvidas e erros existem, mas também muitos acertos. E, o mais importante, joralistas e empresas já despertaram para isso e estão buscando a especialização.

Valeu, Teca, Caixeta, Cássio e Alessandra.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Quer qualidade? Mude de canal

Discutir sobre telejornalismo é muito legal, pois significa trocar idéias sobre um tipo de jornalismo dinâmico, que entra na casa da gente pela TV, um aparelhinho mais do que popular.

Mas, discutir telejornalismo como aconteceu ontem, na abertura da Semana de Comunicação da Unimonte, é gratificante.

Primeiro, pela capacidade profissional dos convidados, jornalistas responsáveis pelas principais emissoras de TV da Baixada Santista.

Depois, pela simplicidade com que eles conversaram sobre temas como sustentabilidade nos telejornais, qualidade da informação, ética profissional, audiência, etc, etc.

Eles disseram que aprenderam com os alunos, aos ouvirem suas observações, temores, esperanças, críticas. Mas, com certeza, todos aprendemos.

De tudo, ficou algo para não ser esquecido: as TVs (onde se incluem os telejornais)só vão mudar se o telespectador não mais aceitar o que é mostrado.

E, para tanto, basta usar o controle remoto.

É isso aí pessoal. Para mudar a TV, basta mudar de canal.

Hoje tem mais: a noite será para discutir webjornalismo.
Até lá.

sábado, 25 de outubro de 2008

Semana de Comunicação Unimonte

Gente, a Semana de Comunicação da Unimonte está repleta de temas e convidados especiais. Ela é aberta a todos os interessados. E de graça. Tudo vai acontecer no Campus Vila Mathias, com entrada pela Avenida Rangel Pestana,99.
Abaixo,a programação do curso de Jornalismo.

Dia 27 de outubro – Segunda Feira
Tema: Televisão Regional e Sustentabilidade: o que temos a ver com isso?
Convidados: jornalistas responsáveis pelas principais emissoras de TV da Baixada Santista
Local: sala 16 Bloco A
Horário: 20 horas

Dia 28 de outubro – Terça Feira
Tema: Jornalismo Digital em Tempos de Web 2.0
Convidados: Cássio Politi (diretor da Escola de Comunicação do Comunique-se), Alessandra Spinelli (jornalista e gerente da equipe de Comunicação da E-Midia, dos sites Cyber Cook, Cyber Diet e Vila Mulher), Márcio Caixeta (diretor de Novos Negócios de A Tribuna Digital) e Maria Estela Galvão (jornalista e coordenadora de A Tribuna Digital).
Local: Sala 16 Bloco A
Horário: 19h

Dia 29 de outubro – Quarta Feira
Tema: Comunicação Eficaz – Marketing Pessoal e Networking
Convidada: Reginah Araújo (diretora da empresa Novos Rumos Treinamentos e Consultorias, em Santos)
Local: Sala 22 Bloco A
Horário: 19h

Dia 30 de outubro – Quinta Feira
Tema: Comunicação e Cidadania
Convidado: João Lara Mesquita (jornalista e escritor, apresentador do programa Mar Sem Fim, da TV Cultura, e autor dos livros ‘O Brasil Visto do Mar Sem Fim’ e ‘Eldorado, a Rádio Cidadã’).
Local: Auditório Verde
Horário: 19h

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Professores de Jornalismo são jornalistas, sim

Nota Oficial do Sindicato dos Jornalistas (SP) dedicada aos profissionais que ministram aulas de Jornalismo, por ocasião do Dia do Professor - cujo título faz menção ao filme Ao Mestre, com Carinho -, me fez relembrar que colegas, na condição de professores de jornalismo, desconhecem pertencer à categoria dos jornalistas.

Pois é, colegas: nós, professores de Jornalismo brasileiros somos jornalistas, sim, e grande parte atua fortalecendo lutas da categorias: se reúnem em encontros estaduais ou regionais, tem sua entidade nacional, o FNPJ - Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e a SBPJor - Sociedade Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo.

Somos, por exemplo, a única categoria a propor um Programa Permanente de Qualidade do Ensino e de discuti-lo democraticamente com a comunidade acadêmica e com o empresariado. Este programa já tem mais de 10 anos de existência e vem sendo atualizado através de seminários nacionais, com a participação de todos os segmentos do Jornalismo.

A FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas e seus 31 sindicatos têm atuado junto à comunidade acadêmica, propondo ou encampando iniciativas para a melhoria da qualidade do ensino de Jornalismo, sempre alinhando-se especialmente com o FNPJ e a SBPJor.

Ao destacar a importância do Jornalismo na construção social da realidade nacional, a FENAJ indica tarefas históricas a todos nós do campo jornalístico - profissionais, professores e pesquisadores. E ressalta: "Uma das mais essenciais destas tarefas está sob a responsabilidade dos professores: a de formar com qualidade, ética, competência técnica e teórica para uma profissão com um papel tão importante e fundamental à sociedade".

E para que esse trabalho coletivo e interligado avance, a FENAJ convida a todos os professores:
- a intensificarem a participação na Campanha Nacional em Defesa da Formação e da obrigatoriedade do Diploma;
- a promoverem lançamentos, discutirem e divulgarem o segundo livro "Formação Superior em Jornalismo: uma exigência que interessa à sociedade";
- a conhecerem mais profundamente e participarem das ações e programas da FENAJ e Sindicatos voltados à valorização e qualificação da formação e do próprio Jornalismo. Entre estes, além do Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino, há a Escola do Jornalista (Programa de Atualização Profissional da FENAJ), a Cátedra FENAJ de Jornalismo para a Cidadania, a Proposta de Diretrizes Curriculares (elaborada em conjunto com FNPJ e outras entidades do campo em Campinas, SP, e que agora deve ser atualizada) e a proposta da FENAJ de um Programa Nacional de Estágio Acadêmico.

Contatos com a FENAJ podem ser feitos através do Departamento de Educação (diretores Alexandre Campello, Marjorie Moura e Valci Zuculoto), na página www.fenaj.org.br , e-mail fenaj@fenaj.org.br e fone (61) 32440650.