Recebi do amigo Nestor Figueiredo e repasso, por ser muito útil.
Trata-se do Link de acesso a todas as revistas Veja, editadas pela Abril nesses últimos 40 anos. Da capa à contra-capa, incluindo todas as páginas.
É um acesso fácil que servirá como fonte de consulta e garimpagem de dados para efetivação de eventuais trabalhos de pesquisa. Todas as edições de VEJA poderão ser consultadas na íntegra na web. A revista VEJA abre todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet.
Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço
http://veja.abril.com.br/acervodigital/
A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.
O sistema de navegação é similar ao da nossa revista Atitude, ou seja, de revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse.
O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.
Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas. O banco Bradesco patrocinou a iniciativa.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Ministro Gilmar Mendes sai em alta velocidade para fugir de manifestação em Santos
Postado por
Arylce Tomaz
às
14:01
Texto do amigo e jornalista Gustavo Mesquita, do Movimento Sindicato é Prá Lutar, conta um pouco o que foi a manifestação de jornalistas, professores, alunos de jornalismo e simpatizantes da luta pela manutenção do diploma de jornalista para o exercício da profissão. Mendes foi convidado para ministrar a aula inaugural do curso de Direito da Unisanta, ontem, e foi recebido como devia: com vaias, apitaços, o pessoal com camiseta preta e nariz de palhaço. Hoje, o jornal A Tribuna também dá destaque à manifestação.
Segue o texto do Guga:
A regional do Sindicato dos Jornalistas de Santos, companheiros do Movimento Sindicato é Pra lutar e jornalistas, com o apoio do Centro dos Estudantes de Santos e Sindicato dos Bancários de Santos e Região, realizaram uma grande manifestação pela obrigatoriedade do diploma e contra o ministro do STF Gilmar Mendes.
"Ministro STF, "alçado por FHC para atender solicitações de patrões e banqueiros", esteve em Santos para proferir palestra na Universidade Santa Cecília (Unisanta), dia 11/08/2009. Quando saltou do elevador para entrar no auditório, com Marcelo Teixeira, dono da universidade, foi recebido com apitaço, e frases como: vendedor de habeas corpus, advogado dos patrões e banqueiros ladrões, entre outras verdades.
Os jornalistas e estudantes colocaram narizes de palhaços e depois de serem expulsos da universidade fizeram ato com carro de som em frente a Unisanta, que reuniu cerca de 400 pessoas.
Gilmar e seus seguranças sairam em alta velocidade às 21h, depois de permanecer apenas por 1 hora na Semana de Direito promovida pela universidade. A manifestação foi coberta por várias emissoras de televisão, foram entregues panfletos denunciando as falcatruas de Gilmar e carta aberta em favor do diploma. Os estudantes apoiaram a iniciativa!
Parabéns a todos que participaram
Gustavo Mesquita (Santos)
Movimento Sindicato é Pra lutar
Segue o texto do Guga:
A regional do Sindicato dos Jornalistas de Santos, companheiros do Movimento Sindicato é Pra lutar e jornalistas, com o apoio do Centro dos Estudantes de Santos e Sindicato dos Bancários de Santos e Região, realizaram uma grande manifestação pela obrigatoriedade do diploma e contra o ministro do STF Gilmar Mendes.
"Ministro STF, "alçado por FHC para atender solicitações de patrões e banqueiros", esteve em Santos para proferir palestra na Universidade Santa Cecília (Unisanta), dia 11/08/2009. Quando saltou do elevador para entrar no auditório, com Marcelo Teixeira, dono da universidade, foi recebido com apitaço, e frases como: vendedor de habeas corpus, advogado dos patrões e banqueiros ladrões, entre outras verdades.
Os jornalistas e estudantes colocaram narizes de palhaços e depois de serem expulsos da universidade fizeram ato com carro de som em frente a Unisanta, que reuniu cerca de 400 pessoas.
Gilmar e seus seguranças sairam em alta velocidade às 21h, depois de permanecer apenas por 1 hora na Semana de Direito promovida pela universidade. A manifestação foi coberta por várias emissoras de televisão, foram entregues panfletos denunciando as falcatruas de Gilmar e carta aberta em favor do diploma. Os estudantes apoiaram a iniciativa!
Parabéns a todos que participaram
Gustavo Mesquita (Santos)
Movimento Sindicato é Pra lutar
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Ato em repúdio ao fim da exigência do diploma
Postado por
Arylce Tomaz
às
17:52
O Sindicato dos Jornalistas de Santos, Baixada Santista e Vale do Ribeira convoca jornalistas e estudantes para participar da manifestação contra o fim do diploma para o exercício da profissão e também contra o presidente do STF, Gilmar Mendes.
A concentração será nesta terça-feira, às 18 horas, na esquina da Rua Oswaldo Cruz com Lobo Viana, no SuperCentro Boqueirão. Mendes participará da Semana Jurídica, da Unisanta. Todos devem vestir camiseta preta.
A concentração será nesta terça-feira, às 18 horas, na esquina da Rua Oswaldo Cruz com Lobo Viana, no SuperCentro Boqueirão. Mendes participará da Semana Jurídica, da Unisanta. Todos devem vestir camiseta preta.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Ensinar ouvindo
Postado por
Arylce Tomaz
às
14:58
Não adianta ficar com blá, blá, blá. Só prestamos atenção, nos envolvemos, pensamos, argumentamos e agimos se o assunto nos interessa, se diz respeito à nossa vida, à nossa felicidade. Se não for assim, podemos até escutar as palavras, mas não as assimilamos. Elas passam por nós como o vento.
Aí reside, exatamente, a base do aprendizado, seja na escola, na família, na sociedade.
Professores e pais precisam se aproximar das preocupações e das necessidades dos alunos/filhos, de suas experiências de vida. Conhecer para ajudar.
Mas isso é difícil, dirão muitos – ou quase todos. E argumentarão: Crianças, adolescentes e jovens vivem em outro mundo, quase intransponível, com gírias, gestos e costumes muito diferentes, que impedem o acesso de quem não é da turma.
É verdade, está cada vez mais difícil se penetrar nesse espaço quase abstrato para nós, os adultos. Um mundo desnivelado da nossa realidade. Mas, que tal começarmos ajudando nossos alunos/filhos a diminuir a dificuldade de expressar seus pensamentos, oralmente?
Isso mesmo: estimulá-los a falar. Por mais sem graça, aparentemente absurda e fantasiosa que seja a história, devemos ouvi-la com entusiasmo, com respeito, sem descuidos e sem sermões.
Temos dificuldades de externar nossas idéias, nossas peculiaridades, nossas experiências até mesmo para os que consideramos iguais. Que fará para quem sentimos não fazer parte do nosso grupo, do nosso meio.
Silêncios criam distâncias às vezes intransponíveis. Quanto mais seguro em falar de seus processos de mudança, em ser escutado em suas diferenças, mais preparado estará o ser humano para fazer suas escolhas individuais.
Mas, atenção: cada ser humano é único. Ninguém é perfeito. Nem professores, nem pais, nem filhos. Saber ouvir não é querer que todos pensem e ajam da mesma forma.
Ouvir é uma das maneiras de saber onde nossos alunos/filhos estão na tortuosa trajetória da aprendizagem humana e ajudá-los a encontrar respostas, se for o caso, até com o nosso silêncio.
Afinal, toda mudança tem início dentro de nós mesmos. Não adianta blá, blá bla.
Aí reside, exatamente, a base do aprendizado, seja na escola, na família, na sociedade.
Professores e pais precisam se aproximar das preocupações e das necessidades dos alunos/filhos, de suas experiências de vida. Conhecer para ajudar.
Mas isso é difícil, dirão muitos – ou quase todos. E argumentarão: Crianças, adolescentes e jovens vivem em outro mundo, quase intransponível, com gírias, gestos e costumes muito diferentes, que impedem o acesso de quem não é da turma.
É verdade, está cada vez mais difícil se penetrar nesse espaço quase abstrato para nós, os adultos. Um mundo desnivelado da nossa realidade. Mas, que tal começarmos ajudando nossos alunos/filhos a diminuir a dificuldade de expressar seus pensamentos, oralmente?
Isso mesmo: estimulá-los a falar. Por mais sem graça, aparentemente absurda e fantasiosa que seja a história, devemos ouvi-la com entusiasmo, com respeito, sem descuidos e sem sermões.
Temos dificuldades de externar nossas idéias, nossas peculiaridades, nossas experiências até mesmo para os que consideramos iguais. Que fará para quem sentimos não fazer parte do nosso grupo, do nosso meio.
Silêncios criam distâncias às vezes intransponíveis. Quanto mais seguro em falar de seus processos de mudança, em ser escutado em suas diferenças, mais preparado estará o ser humano para fazer suas escolhas individuais.
Mas, atenção: cada ser humano é único. Ninguém é perfeito. Nem professores, nem pais, nem filhos. Saber ouvir não é querer que todos pensem e ajam da mesma forma.
Ouvir é uma das maneiras de saber onde nossos alunos/filhos estão na tortuosa trajetória da aprendizagem humana e ajudá-los a encontrar respostas, se for o caso, até com o nosso silêncio.
Afinal, toda mudança tem início dentro de nós mesmos. Não adianta blá, blá bla.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Curso grátis sobre Jornalismo em situações de conflito armado
Postado por
Arylce Tomaz
às
18:53
Estudantes de jornalismo interessados no 8º Curso de Jornalismo em situações de conflito armado e outras situações de violência, promovido pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e Oboré Projetos Especiais em Comunicaçoes e Artes, já podem inscrever-se através do http://obore.com/
As inscrições, grátis, estão abertas até 20 de agosto.
O Encontro de Confraternização e Seleção será dia 22 de agosto (sábado), às 9 da manhã.
Café da manhã na Oboré, às 8 horas e início dos trabalhos na Matilha Cultural,às 9 horas.
Ambas ficam na Rua Rego Freitas, Vila Buarque, perto da Igreja da Consolação e do COPAN.
As inscrições, grátis, estão abertas até 20 de agosto.
O Encontro de Confraternização e Seleção será dia 22 de agosto (sábado), às 9 da manhã.
Café da manhã na Oboré, às 8 horas e início dos trabalhos na Matilha Cultural,às 9 horas.
Ambas ficam na Rua Rego Freitas, Vila Buarque, perto da Igreja da Consolação e do COPAN.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Vaga para Jornalista Júnior em São Paulo
Postado por
Arylce Tomaz
às
13:20
O Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária (lidec.futuro.usp.br) da Escola do Futuro da USP (futuro.usp.br) oferece vaga para jornalista júnior, que trabalhará no site do Acessa Escola, programa de inclusão digital do Governo do Estado de São Paulo.
Pré-requisitos
Recém-formado em jornalismo
Intimidade com redes sociais online (orkut, Flickr, YouTube etc)
Interesse por tecnologia, inclusão digital, software livre e educação.
Pré-requisitos
Recém-formado em jornalismo
Intimidade com redes sociais online (orkut, Flickr, YouTube etc)
Interesse por tecnologia, inclusão digital, software livre e educação.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Sem-terra terão curso de Jornalismo
Postado por
Arylce Tomaz
às
14:38
Fonte: Agência Estado
O primeiro curso de jornalismo no Brasil voltado para estudantes ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) será oferecido pela Universidade Federal do Ceará (UFC),a partir de janeiro de 2010. Serão 60 vagas anuais e quatro anos de curso, com acesso através de vestibular.
As aulas serão ministradas pelos próprios professores do curso de comunicação da Federal do Ceará. Além das disciplinas comuns, os estudantes terão matérias voltadas para temas da área rural. Parte das aulas será ministrada na universidade e parte, nas comunidades dos assentados.
O curso já foi aprovado pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Criado em 1998, o Pronera se destina a estimular a educação nas áreas de reforma agrária em todo o País. Era voltado sobretudo ao combate ao analfabetismo. Mais tarde passou a apoiar o ensino profissionalizante e a formação universitária.
O primeiro curso de jornalismo no Brasil voltado para estudantes ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) será oferecido pela Universidade Federal do Ceará (UFC),a partir de janeiro de 2010. Serão 60 vagas anuais e quatro anos de curso, com acesso através de vestibular.
As aulas serão ministradas pelos próprios professores do curso de comunicação da Federal do Ceará. Além das disciplinas comuns, os estudantes terão matérias voltadas para temas da área rural. Parte das aulas será ministrada na universidade e parte, nas comunidades dos assentados.
O curso já foi aprovado pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Criado em 1998, o Pronera se destina a estimular a educação nas áreas de reforma agrária em todo o País. Era voltado sobretudo ao combate ao analfabetismo. Mais tarde passou a apoiar o ensino profissionalizante e a formação universitária.
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