A primeira audiência pública sobre a regulamentação da profissão acontecerá dia 8 de setembro, na Superintendência Regional do Trabalho, em São Paulo.
Além dessa, o Grupo de Estudos criado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)para discutir a questão, já definiu mais seis encontros, em Recife, Belém, Porto Alegre, Brasília e Rio de Janeiro.
O Grupo de Estudos é formado por representantes do MTE, dos jornalistas e das empresas, um especialista jurídico, um profissional e um proprietário de veículos de comunicação.
O objetivo dessas reuniões é atualizar a lei de 1969, incluindo questões como a função de assessor de imprensa e atividades jornalísticas na internet, por exemplo.
A obrigatoridade do diploma para exercer a profissão, que está para ser votada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), não está na pauta dessas discussões.
Fonte: SJSP
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Riscos do Jornalismo Investigativo
Postado por
Arylce Tomaz
às
11:39
Sei que vou correr o risco do exagero, mas não tenho medo em afirmar: sou apaixonada pelo Jornalismo Investigativo. E os motivos são muitos.
Jornalismo Investigativo (que aqui denominarei JI para facilitar) envolve bom senso, pesquisas, paciência, coragem, conhecimento, técnica, aprimoramento, superação, vivência... Requer uma gama de qualidades difícil de se encontrar num profissional.
Há quem afirme, inclusive, que jornalismo é sempre investigativo, não se justificando sequer o termo. Não penso assim. Existe muito noticiário feito em cima de press releases, com o repórter ou editor sequer checando as informações. Que fará investigando de verdade.
A preguiça afeta até (maus)alunos de Jornalismo, que obrigam os professores a um serviço extra bastante desagradável: checar se não furtaram partes de reportagens divulgadas na web e as utilizaram nos projetos experimentais, na mais absoluta falta de ética. Entrevistar? - Ai, que preguiça! Investigar? - Jamais.
Imprescindível para a democracia, o JI é pouco ou erradamente praticado nas Redações, ganhando mais espaço nos livros. E aí, também temos vários motivos a comentar. Tempo e dinheiro são dois deles. Investigar exige dias, senão meses seguidos de trabalho sem retorno imediato. Ou seja: as empresas jornalísticas bancam o profissional mas não podem contar de pronto com a matéria. Para muitas, isso é visto como um desperdício.
Os problemas também estão relacionados ao espaço disponível para a divulgação da reportagem investigativa. Na correria para vencer a concorrência, eles são ocupados mais com notícias e reportagens curtas ou médias. E é praticamente impossível resumir a poucos centímetros ou minutos o conteúdo de reportagens investigativas. Sem falar na publicidade, que ocupa muito espaço. Afinal, não podemos esquecer que as empresas jornalísticas, como qualquer outra, precisam sobreviver e obter lucro.
O JI é, em geral, um exercício solitário e perigoso. Muitos jornalistas já correram risco de vida - e vários, como Tim Lopes, em 2002, no Rio de Janeiro - morreram durante investigações.
Para se ter uma idéia, dados da Fenaj apontam que no ano passado, só no Estado de São Paulo foram registrados nove casos de atentados contra jornalistas, seguidos de cinco no Pará, quatro em Rondônia e três no Rio de Janeiro.
Sujeitos a violências, represálias, intimidações, os repórteres também sofrem com a pressão de chefias que, distantes do trabalho nas ruas, favelas, guetos, cadeias, não medem os riscos que os repórteres estão correndo.
Há alguns anos, fazendo a cobertura de um incêndio num morro santista, eu e o repórter fotográfico fomos convidados a abandonar o local a tiros de revólveres. De volta à Redação, sujos e machucados (rolamos barrancos para nos salvar) e abalados emocionalmente, ouvimos do editor que teríamos que voltar ao local para completarmos a matéria. Não fomos, é claro!
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo não tem se furtado a denunciar a violência contra repórteres. Quanto às escolas de Jornalismo, como professores universitários e jornalistas, não podemos deixar o assunto de lado. Eu mesma, na então condição de coordenadora de curso, coloquei a disciplina Jornalismo Investigativo na grade curricular, pela sua importância e atualidade.
Porém, mais do que tudo, não podemos perder de vista e é preciso deixar bem esclarecido que, apesar de apaixonante, o Jornalismo Investigativo não vale uma vida.
Jornalismo Investigativo (que aqui denominarei JI para facilitar) envolve bom senso, pesquisas, paciência, coragem, conhecimento, técnica, aprimoramento, superação, vivência... Requer uma gama de qualidades difícil de se encontrar num profissional.
Há quem afirme, inclusive, que jornalismo é sempre investigativo, não se justificando sequer o termo. Não penso assim. Existe muito noticiário feito em cima de press releases, com o repórter ou editor sequer checando as informações. Que fará investigando de verdade.
A preguiça afeta até (maus)alunos de Jornalismo, que obrigam os professores a um serviço extra bastante desagradável: checar se não furtaram partes de reportagens divulgadas na web e as utilizaram nos projetos experimentais, na mais absoluta falta de ética. Entrevistar? - Ai, que preguiça! Investigar? - Jamais.
Imprescindível para a democracia, o JI é pouco ou erradamente praticado nas Redações, ganhando mais espaço nos livros. E aí, também temos vários motivos a comentar. Tempo e dinheiro são dois deles. Investigar exige dias, senão meses seguidos de trabalho sem retorno imediato. Ou seja: as empresas jornalísticas bancam o profissional mas não podem contar de pronto com a matéria. Para muitas, isso é visto como um desperdício.
Os problemas também estão relacionados ao espaço disponível para a divulgação da reportagem investigativa. Na correria para vencer a concorrência, eles são ocupados mais com notícias e reportagens curtas ou médias. E é praticamente impossível resumir a poucos centímetros ou minutos o conteúdo de reportagens investigativas. Sem falar na publicidade, que ocupa muito espaço. Afinal, não podemos esquecer que as empresas jornalísticas, como qualquer outra, precisam sobreviver e obter lucro.
O JI é, em geral, um exercício solitário e perigoso. Muitos jornalistas já correram risco de vida - e vários, como Tim Lopes, em 2002, no Rio de Janeiro - morreram durante investigações.
Para se ter uma idéia, dados da Fenaj apontam que no ano passado, só no Estado de São Paulo foram registrados nove casos de atentados contra jornalistas, seguidos de cinco no Pará, quatro em Rondônia e três no Rio de Janeiro.
Sujeitos a violências, represálias, intimidações, os repórteres também sofrem com a pressão de chefias que, distantes do trabalho nas ruas, favelas, guetos, cadeias, não medem os riscos que os repórteres estão correndo.
Há alguns anos, fazendo a cobertura de um incêndio num morro santista, eu e o repórter fotográfico fomos convidados a abandonar o local a tiros de revólveres. De volta à Redação, sujos e machucados (rolamos barrancos para nos salvar) e abalados emocionalmente, ouvimos do editor que teríamos que voltar ao local para completarmos a matéria. Não fomos, é claro!
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo não tem se furtado a denunciar a violência contra repórteres. Quanto às escolas de Jornalismo, como professores universitários e jornalistas, não podemos deixar o assunto de lado. Eu mesma, na então condição de coordenadora de curso, coloquei a disciplina Jornalismo Investigativo na grade curricular, pela sua importância e atualidade.
Porém, mais do que tudo, não podemos perder de vista e é preciso deixar bem esclarecido que, apesar de apaixonante, o Jornalismo Investigativo não vale uma vida.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Para mudar o trivial
Postado por
Arylce Tomaz
às
12:19
O que mais se vê na mídia é a repetição de fatos aparentemente semelhantes, sejam eles politicos, econômicos, sociais ou de qualquer outra área. Isso tem contribuído para que a informação seja um processo enfadonho, pouco ou nada interessante.
Acabar ocm a chatisse da apresentação das notícias é, portanto, um desafio que deve ser encarado ainda nas escolas de Jornalismo. É necessário sempre ter em mente que uma mensagemn previsível não traz informação.
Sabemos que são vários os fatores prejudicias à mensagem jornalística original e que tornar o óbvio inédito requerer um pouco de tempo. Não há segredo: anular - mais ou menos - o grau de redundância de uma mensagem, tornando-a menos previsível, requer acréscimo de conteúdo à informação.
O grau de expressividade com que a informação é transmitida é um auxiliar nesse processo. E expressividade, aqui, pode perfeitamente significar levar ao conhecimento do receptor idéias ou fatos inéditos ao seu conhecimento/cotidiano.
Ou seja: acrescentar à mensagem conteúdos extraídos de arquivos, pesquisas e entrevistas que, se tratados de forma original, acrescentem qualidade à vida das pessoas.
Quando apresentado com conteúdo, sem clichês e frases-feitas, o comum pode vir a ter maior indice de aceitação e contribuir para a fixação da mensagem.
Dá um pouco mais de trabalho, mas compensa. Porque faz diferença.
Acabar ocm a chatisse da apresentação das notícias é, portanto, um desafio que deve ser encarado ainda nas escolas de Jornalismo. É necessário sempre ter em mente que uma mensagemn previsível não traz informação.
Sabemos que são vários os fatores prejudicias à mensagem jornalística original e que tornar o óbvio inédito requerer um pouco de tempo. Não há segredo: anular - mais ou menos - o grau de redundância de uma mensagem, tornando-a menos previsível, requer acréscimo de conteúdo à informação.
O grau de expressividade com que a informação é transmitida é um auxiliar nesse processo. E expressividade, aqui, pode perfeitamente significar levar ao conhecimento do receptor idéias ou fatos inéditos ao seu conhecimento/cotidiano.
Ou seja: acrescentar à mensagem conteúdos extraídos de arquivos, pesquisas e entrevistas que, se tratados de forma original, acrescentem qualidade à vida das pessoas.
Quando apresentado com conteúdo, sem clichês e frases-feitas, o comum pode vir a ter maior indice de aceitação e contribuir para a fixação da mensagem.
Dá um pouco mais de trabalho, mas compensa. Porque faz diferença.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Jornalismo Cultural requer atenção
Postado por
Arylce Tomaz
às
13:13
É comum o repórter "cair" na Editoria de Artes sem qualquer preparo, apenas porque escreve bem. Isso ocorre, especialmente, porque as universidades não oferecem formação específica nesse campo, são raros os cursos de especialização na área e as empresas jornalísticas têm pouco interesse no Jornalismo Cultural.
Com isso, a formação do jornalista em cultura acaba acontecendo no dia-a-dia, muitas vezes em saber exatamente o que está fazendo, como e por que.
Alguns percebem que a cultura está atrelada a hábitos culturais e que, portanto, é dinâmica e deve estar voltada ao que a sociedade produz, com suas mudanças diárias.
Outros, entretanto, preferem escrever para um pequeno grupo, elitizado, e se contentam em utilizar um espaço importante e caro em detrimento de muitos, sem fazer qualquer esforço para aceitar as mudanças que se fazem necessárias e enxergar o verdadeiro papel do Jornalismo Cultural.
Por parte dos editores a situação também não é simples. Enquanto alguns estão preferindo ater-se à prestação de serviços, utilizando apenas trechos de informações contidas em releases para complementar a notícia, uma outra corrente está trocando a crítica pela reportagem. Há ainda editorias que têm vários críticos - um para cada arte -, enquanto outras nunca tiveram qualquer crítico, embora não se furtem ao exercício da análise das artes.
András Szantó, em Rumos(do)Jornalismo Cultural (Summus Editorial e Rumos Itaú Cultural) destaca que o Jornalismo Cultural é a especialização jornalística de mais baixo estatus na maioria das redações, e que a cobertura de teatros, museus ou música está cada vez mais empacotada com artigos sobre estilo de vida, jardinagem e culinária.
Ele aponta que nos Estados Unidos (e aqui não vejo diferença), as artes não são vistas como uma prioridade essencial. E afirma: "As artes crescem como indústria, mas o sentido de importância visceral - de que a vida simplesmente não pode ser imaginada sem artes - não é parte importante do discurso público".
A complexidade do assunto é real e merece aprofundamento.
Mas, há algo certo a se afirmar: um texto vivo, contagiante, atual, colorido, produzido por jornalista com um repetório mínimo sobre o assunto mas que saiba o que o seu leitor/telespectador/internauta quer, aberto ao novo e ao que esteja acontecendo, são requisitos essenciais para começarmos a mudar esse panorama.
Com isso, a formação do jornalista em cultura acaba acontecendo no dia-a-dia, muitas vezes em saber exatamente o que está fazendo, como e por que.
Alguns percebem que a cultura está atrelada a hábitos culturais e que, portanto, é dinâmica e deve estar voltada ao que a sociedade produz, com suas mudanças diárias.
Outros, entretanto, preferem escrever para um pequeno grupo, elitizado, e se contentam em utilizar um espaço importante e caro em detrimento de muitos, sem fazer qualquer esforço para aceitar as mudanças que se fazem necessárias e enxergar o verdadeiro papel do Jornalismo Cultural.
Por parte dos editores a situação também não é simples. Enquanto alguns estão preferindo ater-se à prestação de serviços, utilizando apenas trechos de informações contidas em releases para complementar a notícia, uma outra corrente está trocando a crítica pela reportagem. Há ainda editorias que têm vários críticos - um para cada arte -, enquanto outras nunca tiveram qualquer crítico, embora não se furtem ao exercício da análise das artes.
András Szantó, em Rumos(do)Jornalismo Cultural (Summus Editorial e Rumos Itaú Cultural) destaca que o Jornalismo Cultural é a especialização jornalística de mais baixo estatus na maioria das redações, e que a cobertura de teatros, museus ou música está cada vez mais empacotada com artigos sobre estilo de vida, jardinagem e culinária.
Ele aponta que nos Estados Unidos (e aqui não vejo diferença), as artes não são vistas como uma prioridade essencial. E afirma: "As artes crescem como indústria, mas o sentido de importância visceral - de que a vida simplesmente não pode ser imaginada sem artes - não é parte importante do discurso público".
A complexidade do assunto é real e merece aprofundamento.
Mas, há algo certo a se afirmar: um texto vivo, contagiante, atual, colorido, produzido por jornalista com um repetório mínimo sobre o assunto mas que saiba o que o seu leitor/telespectador/internauta quer, aberto ao novo e ao que esteja acontecendo, são requisitos essenciais para começarmos a mudar esse panorama.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Jornalismo social
Postado por
Arylce Tomaz
às
14:46
Um dos grandes desafios para os estudantes de Jornalismo é aprender a trabalhar as questões prementes da atualidade como desigualdade, desenvolvimento humano, violência, democracia participativa, sustentabilidade e tantos outros temas que envolvem a mobilização social.
Aliás, trabalhar temas sociais é desafio também para nós, jornalistas com anos de estrada, até mesmo pela necessidade de abrirmos espaço para matérias sobre essas questões - que ainda é pequeno -, independente de qual seja a mídia.
Costumo dizer aos alunos iniciantes que o jornalista, além de gostar de ler, escrever, pesquisar, tem que ter olhar, faro, ouvidos e coração abertos aos problemas da comunidade.
E, muito mais importante ainda que tudo isso: tem que gostar de gente, que é, afinal a matéria prima do nosso trabalho. O nosso objetivo sempre tem que ser as pessoas, o que é importante para elas, suas dores, necessidades, prazeres, direitos, deveres.
E, sabemos, ninguém nasce sabendo disso. É preciso aprender como se interar com a comunidade, como captar a informação importante que, quando divulgada, servirá para as pessoas pensarem, analisarem, crescerem, transformarem a realidade em que vivem.
No Brasil, podemos contar nos últimos 15 anos com o o apoio do excelente trabalho da ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância para esse aprendizado. Com extrema competência, a ANDI tem buscado cooperar para que os ideais de humanidade e civilização sejam incorporados na realidade diária dos brasileiros, nos mais diferentes segmentos.
No Jornalismo e sobre a compreensão do mundo que nos cerca, a ANDI já produziu vários títulos e agora, em parceria com a Cortez Editora, acaba de lançar o livro Políticas Públicas Sociais e os Desafios para o Jornalismo. Uma coletânea de textos de 25 profissionais, que tem o foco no compromisso do Jornalismo com o desenvolvimento social e humano. Imperdível.
Afinal, tempos muito que aprender. E somente um Jornalismo que trabalha as questões prioritárias para as sociedades contemporâneas é Jornalismo de qualidade e desempenha seu verdadeiro papel para o fortalecimento da democracia e desenvolvimento humano.
Aliás, trabalhar temas sociais é desafio também para nós, jornalistas com anos de estrada, até mesmo pela necessidade de abrirmos espaço para matérias sobre essas questões - que ainda é pequeno -, independente de qual seja a mídia.
Costumo dizer aos alunos iniciantes que o jornalista, além de gostar de ler, escrever, pesquisar, tem que ter olhar, faro, ouvidos e coração abertos aos problemas da comunidade.
E, muito mais importante ainda que tudo isso: tem que gostar de gente, que é, afinal a matéria prima do nosso trabalho. O nosso objetivo sempre tem que ser as pessoas, o que é importante para elas, suas dores, necessidades, prazeres, direitos, deveres.
E, sabemos, ninguém nasce sabendo disso. É preciso aprender como se interar com a comunidade, como captar a informação importante que, quando divulgada, servirá para as pessoas pensarem, analisarem, crescerem, transformarem a realidade em que vivem.
No Brasil, podemos contar nos últimos 15 anos com o o apoio do excelente trabalho da ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância para esse aprendizado. Com extrema competência, a ANDI tem buscado cooperar para que os ideais de humanidade e civilização sejam incorporados na realidade diária dos brasileiros, nos mais diferentes segmentos.
No Jornalismo e sobre a compreensão do mundo que nos cerca, a ANDI já produziu vários títulos e agora, em parceria com a Cortez Editora, acaba de lançar o livro Políticas Públicas Sociais e os Desafios para o Jornalismo. Uma coletânea de textos de 25 profissionais, que tem o foco no compromisso do Jornalismo com o desenvolvimento social e humano. Imperdível.
Afinal, tempos muito que aprender. E somente um Jornalismo que trabalha as questões prioritárias para as sociedades contemporâneas é Jornalismo de qualidade e desempenha seu verdadeiro papel para o fortalecimento da democracia e desenvolvimento humano.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Atletas Urbanos em fotos
Postado por
Arylce Tomaz
às
11:44
O cotidiano dos trabalhadores urbanos, captado sob a ótica da sensibilidade e num paralelo às olimpíadas, é tema da exposição fotográfica Atletas Urbanos, que pode ser vista a partir de hoje e até o dia 22, no vão central do Praiamar Shopping, no bairro Aparecida.
As 25 fotos da exposição foram selecionadas entre mais de 500 produzidas pelos alunos do 6º ciclo do curso de Jornalismo da Unimonte, no primeiro semestre. Sob a competente orientação técnica e estética do professor e amigo André Luiz Ferreira, a turma provou que se pode extrair beleza dos atos humanos mais simples. E mais: que, de uma forma ou de outra, todos somos atletas, quando se trata de sobreviver.
Essa exposição não seria possível sem o empenho da querida amiga e coordenadora de Moda, professora Paula Orsatti, cujos alunos de Moda e Design Gráfico também estão expondo trabalhos no mesmo local.
Gente, as fotos são lindas e os looks de Moda, prá lá de legais!
Confiram!
As 25 fotos da exposição foram selecionadas entre mais de 500 produzidas pelos alunos do 6º ciclo do curso de Jornalismo da Unimonte, no primeiro semestre. Sob a competente orientação técnica e estética do professor e amigo André Luiz Ferreira, a turma provou que se pode extrair beleza dos atos humanos mais simples. E mais: que, de uma forma ou de outra, todos somos atletas, quando se trata de sobreviver.
Essa exposição não seria possível sem o empenho da querida amiga e coordenadora de Moda, professora Paula Orsatti, cujos alunos de Moda e Design Gráfico também estão expondo trabalhos no mesmo local.
Gente, as fotos são lindas e os looks de Moda, prá lá de legais!
Confiram!
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